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Leilões online


Os leilões não faziam parte da rotina dos consumidores no Brasil até a chegada da modalidade online. Porém, hoje é possível adquirir em leilões na internet desde itens triviais até raridades cobiçadas por colecionadores.

Alguns desses novos sites que estão fazendo sucesso entre os brasileiros são o mukirana, olho no click e o arremate.

Essa facilidade na transação pode trazer consigo a falsa noção de que não é preciso tomar diversas precauções antes de bater o martelo. Entender como o site de leilão funciona é a primeira delas. Muitos leilões online simplesmente listam os itens colocados à venda e não verificam a procedência da mercadoria nem se está descrita apropriadamente. Aí vem então a primeira dica:

1. Leia o arquivo de ajuda do site antes de dar um lance. Além disso, procure a declaração de privacidade do site e os termos de acordo com o usuário. Verifique também quais são o seguro e a garantia oferecida pelo site.

Ao se interessar por algum produto, também é recomendável ficar atento ao histórico do vendedor. Alguns sites de leilão mantêm fóruns de comentários sobre os vendedores com base nas experiências de outras pessoas. Porém, não seja ingênuo, pois comentários positivos podem ter sido “plantados” pelo próprio vendedor e os negativos podem ser de concorrentes. Além disso, muitas leis de proteção ao consumidor não se aplicam às vendas particulares. Para se assegurar, siga a dica seguinte:

2. Faça várias perguntas ao vendedor antes de concluir a compra. Nome, endereço físico, e-mail e telefone são úteis para verificar a origem do vendedor. Não faça negócios com pessoas que se recusam a prestar essas informações. Desconfie de vendedores que não usam conta corrente em bancos com nome próprio.

O próximo passo é se informar um pouco sobre o produto de interesse. É importante questionar sobre o estado do produto, caso seja usado, e também se precaver em relação à autenticidade (se não se trata de uma mercadoria pirata que pode trazer dores de cabeça).

3. Não assuma que o estado real do produto é aquele exibido em fotos. De qualquer forma, imprima e guarde a descrição e as fotos da mercadoria como documento para serem usados em possíveis desavenças.

Não se esqueça de pesquisar preços, como costuma fazer em qualquer outra compra.

4. Compare preços de produtos similares em outros sites leilões ou em lojas online. Desconfie se o preço no leilão for bem mais baixo do que em outros lugares. O contrário também pode gerar desconfiança, pois o vendedor pode tentar elevar o preço artificialmente por meio de lances com nomes fictícios ou de pessoas mancomunadas.

Muitos sites de leilão exigem que o vendedor envie o produto dentro de um prazo definido após o pagamento. Se o leilão não especificar esse intervalo de tempo, entre em contato com o vendedor. Antes de pagar, acerte em detalhes as condições de pagamento, entrega, devolução e garantia.

5. Considere o uso de um serviço de pagamento intermediado. Além disso, desconfie quando o vendedor pedir que o pagamento seja realizado por meio de um meio diferente do que consta no site do leilão. Os vendedores mal-intencionados alteram a forma de pagamento e outras informações após a conclusão do leilão. Questione essas mudanças e, se notar algum comportamento estranho do vendedor, denuncie-o ao site do leilão. Pergunte também ao vendedor se ele pretende enviar o item usando um serviço com rastreamento de remessa. Assim, se a remessa atrasar, você poderá entrar em contato e saber do vendedor mais informações do rastreamento da remessa.

Fonte: Esquadrão digital

 

 

Artigo sugerido pelo servidor Nelson Adelino Pereira da Supervisão Técnica de Manutenção/CPO

A ORIGEM DAS FÉRIAS


 

A palavra “férias” surgiu das palavras  latinas feria ou feriae, que designavam um dia de descanso entre os romanos e, mais tarde, foram ligadas  aos feriados de ordem religiosa. No século III d.C., Constantino considerou os dias da semana em seu calendário como Prima Feria, Tertia Feria, Quarta Feria, Quinta Feria, Sexta Feira e Septima Feria.

No século IV, o primeiro dia da semana mudou para Dominicus Die (Dia do Senhor) e o sétimo dia da semana se tornou Sabbatu, dia em que os primeiros judeus cristãos se reuniam para orar.

A língua portuguesa foi a única que manteve feria (no nosso caso, feira) nos dias da semana. O direito de férias foi conquistado no Brasil no início do século XX. Desde então, todo trabalhador tem direito a 30 dias de descanso após 12 meses de trabalho contínuo.

As férias escolares podem chegar a 120 dias, distribuídos entre os meses de janeiro, julho e dezembro. Nessa época, os locais de lazer como cinema, teatro, shopping e parque, transformam-se em verdadeiros playgrounds e os pequenos (ou nem tão pequenos, como os adolescentes) tomam conta dos ambientes.É uma grande festa.

Desejamos a todos os servidores que estarão de férias nos próximos meses que vivenciem momentos mágicos!

Artigo sugerido pelo servidor Nelson Adelino Pereira da Supervisão Técnica de Manutenção/CPO, retirado do informativo “Cartão Porto Seguro Visa” edição nº30.

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