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Archive for 19/12/2011

Aposta na loteria poderá ser feita por internet em 2012


Os apostadores não vão precisar enfrentar longas filas para jogar nas loterias da Caixa Econômica Federal no próximo ano. Eles poderão apostar pela internet nas principais loterias da Caixa, como Mega-Sena, Lotofácil, Loteca e Timemania, a partir de março.

Para jogar pelo site, os apostadores –que deverão ter mais de 18 anos– terão que se cadastrar e comprar uma espécie de cartão pré-pago. O projeto completo será apresentado até fevereiro.

Com a mudança, a Caixa pretende rejuvenescer o público das loterias. O banco quer atrair os mais jovens, que ficam mais tempo on-line e não têm o hábito de ir à casa lotérica para apostar.

Segundo cálculo conservador da Caixa, as apostas pela internet deverão aumentar o faturamento em cerca de 5%. Neste ano, as loterias geraram uma arrecadação de cerca de R$ 10 bilhões ao governo federal.

MEGA DA VIRADA

As apostas na Mega da Virada, edição especial da Mega-Sena sorteada no último dia no ano, renderam mais de R$ 15 milhões logo na primeira semana. A previsão é que o prêmio final ultrapasse os R$ 170 milhões.

Acumulada, a Mega-Sena vai sortear hoje um prêmio estimado em R$ 24 milhões.

Fonte:Folha

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Ibirapuera dá saco para donos recolherem cocô de cachorro


Para educar os donos de cães que deixam cerca de 180 quilos de fezes no Ibirapuera todos os meses, a administração do parque da zona sul de São Paulo colocou saquinhos para a coleta dos dejetos à disposição em quatro pontos.
Os totens foram instalados nos portões 5, 6 e 9 e na área onde os cães podem ser soltos, perto das quadras.
De acordo com a Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente, os frequentadores costumam recolher as fezes devido a um trabalho de conscientização feito pela administração do parque.
Mas, segundo Carol Jonas, 40, frequentadora do parque, o maior problema ocorre aos fins de semana, quando a área verde fica cheia.
“No final de semana, vem muita gente que não é frequentadora, gente que não tem o costume de coletar. Também deixam muito lixo espalhado”, afirma Carol.
A frequentadora do parque diz que, quando tinha uma cadela, sempre levava ao parque o seu próprio “kit cocô”.
A empresa Wesco, que fabrica os totens e saquinhos -são 500 por dispositivo-, estima, com base no primeiro mês de uso do sistema, que serão usados 8.000 unidades mensais no parque.
Desde 2001, os “condutores” de cães são obrigados pela Lei da Posse Responsável de Animais a recolher as fezes de seus bichos das ruas. Quem desobedece a lei de deixa os dejetos do cachorro pelo caminho fica sujeito a multa de R$ 10.
Fonte:Folha
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Bom Retiro terá complexo para viciado em crack


Folha de S.Paulo

Espaço tem condições de abrigar todos os dependentes da cracolândia, diz secretária

VANESSA CORREA
DE SÃO PAULO

Em janeiro, a Prefeitura de São Paulo vai inaugurar um complexo de acolhida para usuários de crack a pouco mais de um quilômetro da cracolândia, no final da rua Prates, no Bom Retiro (centro).

Com 12 mil m² -área equivalente a três campos de futebol-, o local será o primeiro a agrupar equipamentos de assistência social e de saúde.

Terá centro de convivência com quadra poliesportiva, biblioteca e jogos, albergue para 120 pessoas, AMA (Assistência Médica Ambulatorial) e Caps-AD (Centro de Apoio Psicossocial Álcool e Drogas).

O terreno era um antigo estacionamento de ônibus e já pertencia à prefeitura.

Entre reformas e construções, a Secretaria de Assistência Social diz ter investido no projeto cerca de R$ 5 milhões.

A AMA e o Caps terão 120 profissionais da saúde e 11 leitos para internação e observação. Funcionarão 24h.

Segundo a secretária Alda Marco Antônio, o centro de convivência terá capacidade para 1.200 pessoas. “Se todos da cracolândia quiserem vir, esse espaço tem condição”.

Esse centro, afirma ela, tem o objetivo de atrair os usuários para um ambiente onde tenham contato com assistentes sociais e agentes de saúde, que tentarão identificá-los e convencê-los a permitir acompanhamento psicossocial.

A segunda etapa, explica, é convencê-los a dormir no albergue. Depois, com o dependente mais habituado a uma rotina de banho, refeição à mesa, TV, diz Alda, é possível entrar em contato com a família e tentar a reaproximação. Se a pessoa for de outra cidade, o Estado vai ajudar no contato.

Agentes da prefeitura farão um trabalho de aproximação e convencimento, para tentar levar usuários de crack até o local. A decisão tanto de entrar quanto de sair, a qualquer momento, é do usuário, diz Alda.

Mas os médicos do Caps têm a liberdade de decidir se o caso é de internação involuntária -quando o dependente é uma ameaça para a própria vida ou de outra pessoa. Basta que emitam laudo e comuniquem a Promotoria.

ILHA

Para a psiquiatra Ana Cecília Marques, da Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras drogas, a ideia de uma “ilha do crack” assusta. “Não sou a favor de locais que estigmatizam. Isso pode virar um depósito [de viciados].”

Os recursos usados, defende ela, seriam mais bem aplicados no treinamento das equipes de CAPs e AMAs que já existem no entorno. Mas ela vê como positiva a criação de um albergue para usuários de crack, pois unidades comuns não costumam aceitá-los.

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Hospital abre unidade dentro de shopping em São Paulo


As consultas médicas agora podem entrar na lista de afazeres dos paulistanos quando vão ao shopping.

Nesta semana, foi aberta a primeira unidade de saúde dentro de um centro de compras na cidade.

O Hospital Cema passa a oferecer, no shopping Aricanduva, na zona leste da cidade, serviços de oftalmologia e otorrinolaringologia.

Comum nos EUA, o conceito de clínicas em shoppings também não é novo no Brasil. Rio e Salvador já contam com unidades desse tipo.

Em todos os casos, a promessa é oferecer conveniências como facilidade de estacionamento para quem precisa fazer consultas e procedimentos médicos simples, que não exijam internação.

A clínica paulista segue a mesma linha. Tem só atendimento ambulatorial. Casos mais complexos e que precisem de cirurgia são encaminhados para outras unidades. De acordo com o gestor comercial do Cema, Nelson Affonso, a expectativa é que a clínica atenda cerca de 10 mil pacientes por mês quando estiver em pleno funcionamento, em 2012.

Para a corretora de seguros Andrea Muniz, que estava entre os primeiros clientes da unidade, a vantagem está do lado de fora da clínica. “Aqui é mais fácil de estacionar.” Ela foi levar o filho Fernando, 9, para uma consulta de rotina. “Vamos aproveitar para almoçar e ver algumas coisas no shopping.”

Fonte:Folha
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Exame de DNA para vírus HPV deve ser rotina, diz pesquisa


FOLHA Um extenso estudo envolvendo 45 mil mulheres mostrou que o teste para detecção do DNA do vírus HPV, associado ao exame preventivo ginecológico, é mais eficiente para o diagnóstico precoce das lesões que podem levar ao câncer do colo do útero em relação ao papanicolau-padrão.

O trabalho, realizado por uma equipe da VU University Medical Centre, em Amsterdã, acompanhou as mulheres por cinco anos e é o mais consistente publicado até hoje demonstrando essa correlação. O estudo foi publicado na revista “The Lancet Oncology”.

A associação dos métodos apresentou maior eficiência na detecção precoce dos indícios desse tipo de câncer, reduzindo de 0,07% para 0,02% a incidência da doença no grupo analisado.

Baseado nessa evidência, os pesquisadores sugerem que os serviços de saúde incluam o exame do HPV entre os procedimentos ginecológicos de rotina de mulheres com mais de 30 anos.

No Brasil, o protocolo médico padrão indica esse procedimento apenas para pacientes que apresentaram resultado suspeito no papanicolaou.

De acordo com o médico César Eduardo Fernandes, presidente da Associação de Obstetrícia e Ginecologia de São Paulo, os resultados apresentados pelo estudo são de fato sólidos. “É o tipo de trabalho que orienta a formulação futura de novos procedimentos médicos”, diz.

No entanto, ele defende que, antes de se pensar em adicionar mais um exame à rotina preventiva, seria necessário aperfeiçoar os métodos atuais de coleta e análise, considerando a realidade brasileira.

“Há regiões do país em que até 60% das amostras não podem ser analisadas por falhas nessas etapas”, diz.

Outro ponto levantado pelo médico é quanto ao custo adicional para o sistema de saúde. O exame de DNA é duas a três vezes mais caro que o papanicolaou.

INCIDÊNCIA

No Brasil, o câncer do colo do útero é o segundo mais frequente entre as mulheres, atrás apenas do câncer de mama, e representa a quarta causa de morte de mulheres por câncer no país. Em média, são diagnosticados 18.430 novos casos por ano, com 4.800 vítimas fatais.

O HPV está diretamente relacionado à doença, estando presente em cerca de 90% dos casos. Fernandes lembra que a infecção do vírus não leva necessariamente ao desenvolvimento de tumores.

“Só uma pequena parte das pacientes chega a desenvolver a doença, por isso é importante fazer o acompanhamento constante.”

VACINA

O estudo chega num momento em que está em discussão no país a inclusão da vacina contra HPV no Programa Nacional de Imunização.

Segundo um parecer do ministério sobre o assunto, o custo adicional para o programa seria de R$ 1,86 bilhão, enquanto seu orçamento atual é de R$ 750 milhões/ano.

Além disso, a vacina não apresenta proteção contra todos os subtipos do vírus que estão relacionados ao câncer, não dispensando outras medidas de proteção, como o uso de preservativo.

Os principais fatores de risco são o início precoce da atividade sexual e múltiplos parceiros, além do tabagismo e do uso prolongado de pílulas anticoncepcionais.

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ICMS deve afetar ‘Farmácia Popular’


São Paulo – Uma mudança no sistema de cobrança do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) de medicamentos pode aumentar os preços dos genéricos de 7% a 15% no Estado de SP. A estimativa é da Pró Genéricos (associação brasileira dos fabricantes do setor). A alteração vale a partir de 1 de janeiro de 2012.

Com a mudança, aumenta a base de cálculo sobre a qual incide o ICMS, que permanece em 18%. Assim, embora a alíquota não seja modificada, o valor arrecadado com o imposto na venda desse tipo de remédio sobe. Em contrapartida, a arrecadação de ICMS nos remédios não genéricos, chamados medicamentos de referência, diminui.

Esses efeitos acontecem porque, basicamente, o governo passará a determinar a base de cálculo do ICMS a partir do preço máximo de um medicamento permitido pelo governo ao consumidor.  Hoje, essa conta é feita a partir do valor que a farmácia paga ao fornecedor do remédio, que pode dar a ela o desconto que desejar.

O quadro acima traz simulações do impacto da alteração nos preços ao consumidor, feitas pela Pró Genéricos. “O aumento de preço vai depender do remédio. Para não perder margem (de lucro) com a maior arrecadação de ICMS, o estabelecimento tende a repassar isso ao consumidor”, afirma Odnir Finotti, presidente da Pró Genéricos.

Por outro lado, não há garantia de que os preços dos remédios de referência caiam. “De qualquer forma, será prejudicada a população de menor poder aquisitivo, que depende dos genéricos e de programas como o Aqui Tem Farmácia Popular, que subsidia alguns medicamentos.”

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou, no site, texto destacando “problema na norma” em relação aos remédios para pressão alta e diabetes, que fazem parte do programa do governo federal.

A agência diz que a nova regra “deveria excepcionar as vendas realizadas nesta operação (farmácia popular). Caso contrário, estará adotando uma base de cálculo equivocada e superior ao valor do preço final pago pelo Ministério da Saúde.”

O texto da Anvisa afirma ainda que a mudança “vai gerar muitos transtornos na parte operacional”, pois serão estabelecidas dezenas de possibilidades de percentuais para determinar a base de cálculo, conforme o tipo e a finalidade do remédio.

Procurado, o governo de SP afirmou, em nota, que a nova metodologia “já é usada por outros Estados’ e que “visa definir uma base de cálculo justa”.  Além disso, destacou que “qualquer alteração nos preços vai depender de como o mercado vai se reposicionar, sendo certo que haverá negociação de margens de lucratividade entre a indústria o atacado e o varejo.”

Fonte:Folha

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BILHETE IDA E VOLTA


O Turismetrô, programa de passeios a bordo do sistema metroviário, retoma hoje as intervenções em que atores fantasiados contam episódios da cidade em pontos do centro histórico. Elas estavam suspensas havia quatro meses, porque as contratações dos artistas não estavam regularizadas. A deputada Rita Passos (PSD) havia pedido à SPTuris a retomada das performances.

Fonte:Folha

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