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Archive for 01/12/2011

Exposição “O sertão: da caatinga, dos santos, dos beatos e dos cabras da peste” em cartaz até abril de 2012 no Museu Afro Brasil


Iniciando as celebrações de seu sétimo aniversário, o Museu Afro Brasil, instituição da Secretaria de Estado da Cultura, abre a exposição O sertão: da caatinga, dos santos, dos beatos e dos cabras da peste. A mostra tem aproximadamente 800 obras, entre pinturas, esculturas, gravuras, ex-votos, roupas, fotografias, instalações e documentos, reproduzindo o ambiente no qual vive o homem sertanejo. Explora, ainda, sua relação com o místico e com a natureza áspera que o cerca. A exposição conta com cenários e recursos multimídia, com espaços de luz e som, criando uma maior aproximação entre o público e a temática. Sua programação é composta, também, por palestras e oficinas, voltadas à formação educacional tanto de seus visitantes quanto de profissionais da área pedagógica.

O Secretário de Estado da Cultura, Andrea Matarazzo ressalta a importância que o Museu Afro Brasil tem para a propagação da arte popular. “Essa exposição retrata, através da arte, o modo de vida do sertão brasileiro, favorecendo a compreensão do que ocorre no cotidiano e nas manifestações culturais”, afirma.
A mostra, com curadoria de Emanoel Araújo, leva o espectador à caatinga e aos ambientes que fazem parte da vida do sertanejo, do ofício às residências, trazendo um misto de cultura, costumes e fé, situando-o em meio ao curral, às casas rurais, objetos de marcar boi, artefatos de selarias, livros de cordel e altares. Para tornar a experiência mais próxima, a exposição contará com cenários e recursos multimídia, com espaços com luzes e sons desenvolvidos pelo cenógrafo convidado André Scarlazzari.

Também estão entre os atrativos dessa exposição vestimentas do beato José Lourenço, que liderou a comunidade Caldeirão de Santa Cruz do Deserto, localizada no Crato (CE), e fotografias da ABA Film, nas quais são retratados objetos e indumentárias que dão a precisão estética utilizada pelos cangaceiros de Lampião e Maria Bonita. Outras figuras que se destacam na mostra são Antonio Conselheiro, Padre Cícero e Beata Maria Araújo.

A exposição passeia por locais como Arraial de Canudos (BA), Vale do Caldeirão (CE) e Chapada do Araripe (CE), contando fatos históricos ocorridos nessas regiões. Passa também por clássicos da literatura nacional, como Os Sertões, de Euclides da Cunha, e Vidas Secas, de Graciliano Ramos, bem como pela literatura de cordel produzida por Patativa do Assaré e J. Borges, pela arte popular de Nino, Mestre Manoel Graciano, Valentino, Irmãs Cândido e Mestre Noza, pela música de Luiz Gonzaga, Geraldo Vandré e João do Valle, pela poesia de João Cabral de Melo Neto e Ariano Suassuna e pela fotografia de Benjamin Abraão Botto, Maureen Bisilliat, Araquém Alcântara, Tiago Santana e Tibico Brasil.
Além de peças do acervo do Museu Afro Brasil, a mostra contará ainda com contribuições do Museu Histórico do Ceará (Fortaleza, CE), Fundação Joaquim Nabuco (Recife, PE), Instituto Histórico e Geográfico de Alagoas (Maceió, AL) e Instituto Arqueológico Histórico e Geográfico de Pernambuco (Recife, PE).
O sertão: da caatinga, dos santos, dos beatos e dos cabras da peste marca o início das comemorações do sétimo aniversário do Museu Afro Brasil, que mostra a perspectiva negro africana e das artes eruditas e contemporâneas de modo geral, contribuindo para a formação educacional de seus visitantes.

Faz parte da programação da mostra uma série de ações educativas, tais como oficina de registro, que consiste em produções artísticas a partir do material observado na exposição, cursos para professores da rede pública e privada, oferecendo subsídios teóricos e práticos acerca do conteúdo expositivo, e oficinas em primeira pessoa, realizadas pelos artistas José Tarcísio, Bosco Lisboa, Francisco de Almeida, Maria de Lurdes Cândida e Maurício Pedreiro. Também estão programadas palestras com especialistas nas artes da representação popular, com debate aberto ao público. Será debatido o conceito da arte presente no território do sertão do Nordeste em tempos distantes e atuais.

O Museu Afro Brasil
O Museu Afro Brasil – Organização Social de Cultura, instituição da Secretaria de Estado da Cultura é um espaço de preservação e celebração da cultura, memória e da história do Brasil na perspectiva negro africana, assim como na difusão das artes clássicas e contemporâneas, populares e eruditas, nacionais e internacionais. Localizado no Parque Ibirapuera, em São Paulo, foi inaugurado em 23 de outubro de 2004 e possui um acervo de mais de cinco mil obras. Parte das obras, cerca de duas mil, foram doadas pelo artista plástico e curador, Emanoel Araujo, idealizador e atual Diretor do Museu.

O museu mantém um sistema de visitação gratuita para todas as exposições e atividades que oferece; um Núcleo de Educação com profissionais que recebem grupos pré-agendados, instituições diversas, além de escolas públicas e particulares. Através do Núcleo de Educação também mantém o programa “Singular Plural: Educação Inclusiva e Acessibilidade”, atendendo exclusivamente pessoas com necessidades especiais e promovendo a interação deste público com as atividades oferecidas.

Fonte: Balady Comunicação – Sonia

SERVIÇO

Onde: Museu Afro Brasil
Endereço: Av. Pedro Alvares Cabral, s/n – Parque do Ibirapuera – Portão 10 – Vila Mariana – São Paulo/SP
Acessibilidade:
Quanto: GRÁTIS
Dia: Terça a domingo
Horário: Das 10h às 17h
Temporada: De 21 de Outubro de 2011 a 01 de Abril de 2012
Gênero: Pinturas, Esculturas, Gravuras, Ex-votos, Roupas, Fotografias, Instalações, Documentos
Mais informações: Tel.: (11) 3320-8900

 

Enviado pelo servidor Nelson Adelino Pereira da Supervisão Técnica de Manutenção/CPO

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Categorias:Canal Cultural

O APERTO DOS GORDINHOS EM SÃO PAULO


Proporção de obesos passou de 11% para 15% desde 2006, mas a cidade ainda acolhe mal esse público

Por Daniel Bergamasco

Com 26 anos, 1,79 metro de altura e 140 quilos, o comediante Ben Ludmer passa por apertos diários em seu cotidiano na cidade. “O problema já começa no elevador cheio, com olhares tortos quando o gordo quer entrar”, conta ele, que cita em seguida a frustração de não poder andar em montanhas-russas de parques de diversões nem se acomodar nas poltronas apertadas de teatros. “É por isso que prefiro estar no palco”, brinca o ator, que apresenta bem-sucedidos shows de stand-up no Shopping Higienópolis, nos quais se celebrizou por fazer graça sobre a própria circunferência. Em julho, ao estender a piada para a plateia e usar como exemplo um espectador também rechonchudo, acabou levando um soco no rosto, o que lhe mostrou quanto o tema é sensível.

Segundo dados do Ministério da Saúde, o paulistano está engordando. E rápido. O porcentual de moradores da metrópole com sobrepeso — ou seja, índice de massa corporal (IMC, ou peso dividido pela altura ao quadrado) maior que 25 — passou de 44,3% em 2006 para 48,5% em 2010 (são 51,1% dos homens e 46% das mulheres). Se considerados apenas os obesos, de IMC superior a 30, o salto é de 11% para 15% no período. Pois, mesmo com uma população na qual os esbeltos e os chamados normais logo poderão se tornar minoria, são muitos os desafios do dia a dia. Comprar roupas sem cara de avô é sempre difícil e há, muitas vezes, discriminação na hora de procurar emprego. “São situações que fazem com que muitas pessoas se privem da vida social”, diz a endocrinologista Claudia Cozer, coordenadora do Núcleo de Obesidade do Hospital Sírio-Libanês. “Tem gente que, em vez de se cuidar, acaba trancada em casa, triste e comendo ainda mais.”

Para avaliar como anda a relação da cidade com quem não está em dia com a balança, VEJA SÃO PAULO convidou quatro paulistanos, dois magros e dois gordos, para um teste. Na experiência acompanhada pela reportagem, o tratamento foi bom, por exemplo, em academias de ginástica, das quais muitos fogem por estar fora do padrão médio dos frequentadores, e em baladas da moda, como Mynt e Disco, conhecidas pelas hostesses implacáveis com quem está malvestido. Mas esse tapete vermelho não se repetiu em algumas lojas de roupas com numerações limitadas. Na Carlos Miele da Rua Bela Cintra e na Calvin Klein do Shopping Frei Caneca, os menos delgados foram logo deixados de lado pelos atendentes, que preferiram dar atenção ao outro par.

Para quem vive em São Paulo, as dificuldades podem ser as mais prosaicas. Carlos Miranda (1,75 metro e mais de 140 quilos), produtor musical, perdeu a conta de quantas vezes causou estrago ao se apoiar em balcão de vidro em lojas. “Outro dia, fui comprar tênis na Vila Madalena e, quando me encostei, o apoio quebrou na hora”, diz. Já Sérgio Montes (1,73 metro e 102 quilos), o DJ Catatau, da festa Trash 80’s, sofre com cadeiras fixas em lanchonetes e praças de alimentação, nas quais muitas vezes seu corpo acaba prensado. Para a atriz e diretora Eliana Fonseca (1,72 metro e peso não revelado), o pior são as restrições menos objetivas, como o julgamento alheio. “Parece que o excesso de peso virou falha de caráter”, observa. “O policiamento em cima da saúde faz muita gente esquecer que ser gordo não é uma escolha.” O endocrinologista Marcio Mancini concorda. “A pessoa é vista como culpada e não como vítima, o que é injusto”, afirma ele, que é chefe do Grupo de Obesidade do Hospital das Clínicas. “Mesmo que a força de vontade seja fundamental para emagrecer, há que considerar que não é tão fácil.”

Uma pesquisa de 2010 do Hospital do Coração (HCor) que ouviu exclusivamente paulistanos e cariocas mostrou que a maior parte dos 600 entrevistados não se casaria com uma pessoa gorda. Essa rejeição ocorreu mais na classe A (66%) que na classe B (44%). Em outro ponto do questionário, 81% disseram acreditar que o excesso de peso interfere nas relações de trabalho. “De fato, mesmo sendo velado, o preconceito existe”, admite o headhunter Gutemberg de Macedo. “Muitos contratantes acham que esses empregados têm maior propensão a ficar doentes e a deixar a empresa na mão.” O próprio governo estadual causou polêmica recentemente ao vetar professores concursados da rede pública de ensino por sofrerem de obesidade, já que a doença causa ou agrava várias outras, como diabetes e hipertensão. Após o debate do caso na imprensa e a crítica de entidades como a Ordem dos Advogados do Brasil, os reprovados foram reavaliados e a maior parte, enfim, assumiu o cargo.

Uma lei proposta pelo deputado Rogério Nogueira, do PDT, em vigor desde 2008, obriga cinemas, teatros, casas de shows e empresas de transporte público a assegurar, no mínimo, duas cadeiras especiais, mais espaçosas, para quem precisar delas. Com isso, vagões e estações de metrô ganharam assentos de 88 centímetros de largura e com capacidade para suportar 300 quilos (os demais têm 50 centímetros). Em casas de espetáculos como Credicard Hall e Citibank Hall, quem é obeso pode solicitar lugares maiores antes de comprar o ingresso, sem ter de pagar mais por eles. Já a rede de cinemas Cinemark admite que ainda está se adaptando. Em apenas parte de suas salas, o braço de algumas cadeiras pode ser levantado para que o espectador tenha mais espaço. Os complexos lançados a partir do ano que vem terão poltronas para gordinhos, e parte das plateias atuais será adaptada. O Procon lembra que quem não consegue usufruir o ingresso devido a esse aperto deve reivindicar a devolução do dinheiro. “Mas, por incrível que pareça, não recebemos reclamações assim de obesos, ao contrário do que acontece com cadeirantes, já habituados a reivindicar seus direitos de acessibilidade”, diz Andrea Sanchez, da diretoria do órgão de defesa do consumidor.

Na moda, quem excede as medidas ainda sofre para achar algo arrojado, mas isso tem mudado a passos lentos. Na companhia de redes tradicionais como as camisarias Varca, forte em trajes sociais, e Kauê, com peças mais esportivas, uma série de novos estabelecimentos ganhou espaço com roupas modernas. “Os modelos do tipo saco de batata, que eram confortáveis e só, estão sendo substituídos por itens que poderiam ser achados em qualquer loja”, afirma Renata Vaz, a paulistana mais influente do mundinho fashion GGG. Ela é a criadora do blog Mulherão, que tem 300.000 acessos mensais, e do Fashion Weekend Plus Size, evento que chega à quinta temporada em fevereiro, pela primeira vez com dois dias de desfiles em vez de um. “Na última edição, foram dez marcas”, contabiliza. “Nesta, estabeleci o limite em vinte, mas a demanda é crescente.” A Maison Spa, com sede em Moema e filial aberta há três meses nos Jardins, é repleta de artimanhas para ganhar esse mercado. Seus provadores têm espelhos sutilmente côncavos, para afinar o reflexo da cliente, e a iluminação é preparada para não evidenciar imperfeições. A vendedora Roseli Santos, com medidas comparáveis às da clientela, costuma circular com um pote de bombons e balas de goma entre as araras. “O açúcar ajuda a fechar a venda”, explica.

Principal top model nesse padrão no país, a paulistana Mayara Russi está fazendo história. Protagonizou a primeira campanha GGG da lingerie Duloren, empresa que lançou suas linhas em tamanhos plus size há quatro anos e hoje vê esse nicho representar nada menos que 55% de suas vendas. Na foto, impensável no catálogo da marca anos atrás, a modelo mostra sem pudor o seu corpo, coberto apenas por calcinha e sutiã. A publicidade ousada foi feita para ajudar muitas das pessoas que se escondem sob roupas de corte desleixado.

Ao mesmo tempo, a cidade também está cheia de gente que busca a autoaceitação correndo atrás do corpo perdido. Só o tradicional Vigilantes do Peso, por aqui desde os anos 80, alardeia que seus 16.000 frequentadores paulistanos perderam juntos 113 toneladas em 2010. Há grupos menos conhecidos, como os Comedores Compulsivos Anônimos, uma das opções gratuitas para quem procura um caminho sem medicamentos nem cirurgia. A reportagem acompanhou uma reunião numa sala da Igreja de São Judas Tadeu, na Zona Sul. Baseado nos princípios dos Alcoólicos Anônimos, como “Só por hoje”, o encontro mostrou ser uma boa forma de trocar experiências, das mais divertidas às mais dramáticas. Os relatos de perda de peso são animadores: “8 quilos”, “16”, “40”.

Vem mais por aí. Um projeto de lei do vereador Paulo Frange, do PTB, tenta implantar no município o programa Obesidade Zero, de autoria do nutrólogo Daniel Magnoni, diretor de nutrição do Instituto Dante Pazzanese. Nele, são propostas ações mais amplas e coordenadas para adequar a silhueta da população, que vão de educação nutricional nas escolas até incentivos tributários para a instalação de barracas de frutas nas ruas, oferecendo opções baratas à comida rápida e gordurosa. Os legisladores deveriam levar a sério esse tipo de debate. Criar uma capital menos hostil a seus moradores GG é uma questão de cidadania, de respeito ao próximo e também uma bela oportunidade de negócios.

 

Fonte: http://vejasp.abril.com.br/especiais/obesos-em-sao-paulo

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04/12 – DOMINGO NA YAYÁ – Trio Doppler‏


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Conferência Curt Nimuendajú com Manuela Carneiro da Cunha – 06 de dezembro – 18:30‏


O Centro de Estudos Ameríndios (CEstA) convida para a Conferência Curt Nimuendajú  com Manuela Carneiro da Cunha

 “Observações sobre a natureza e a importância do conhecimento tradicional”

Terça-feira, 6 de dezembro, às 18h30, no Auditório da História (Prédio de História e Geografia – FFLCH/USP)

* Manuela Carneiro da Cunha é Professora Emérita da Universidade de Chicago e titular da cátedra “Savoirs contre pauvreté” (2011-2012), do Collège de France.

 

Enviado pelo servidor Nelson Adelino Pereira da Supervisão Técnica de Manutenção/CPO

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Justiça mantém a suspensão da lei que proíbe as sacolinhas


No dia 23/11, a imprensa noticiou que o Tribunal de Justiça de São Paulo manteve a suspensão, por tempo indeterminado, da Lei Municipal nº 15.374 que proíbe a distribuição de sacolas plásticas no comércio da capital. A lei entraria em vigor em janeiro de 2012. Portanto, as sacolinhas continuarão sendo distribuídas no comércio de São Paulo.

No último dia 16 de novembro, o Tribunal de Justiça negou, por votação unânime, os agravos regimentais apresentados pelo Prefeito de São Paulo e pelo Presidente da Câmara Municipal de São Paulo, que pretendiam suspender a liminar que interrompeu a aplicação da Lei na cidade.

Desde que foi aprovada pela Câmara Municipal, em maio deste ano, e sancionada pelo prefeito Gilberto Kassab, a lei que proíbe a distribuição das sacolas plásticas é pauta de discussão. Antes mesmo de sua aprovação, o Vereador Francisco Chagas já argumentava sobre a inconstitucionalidade dessa lei, que não pode sobrepor a Lei Federal nº 12.305 em vigor e que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos e estabelece que cada município tenha um plano de gestão de resíduos.

“Com a aplicação dessa lei que proibiria a distribuição das sacolinhas no comércio, o consumidor seria um dos grandes prejudicados, pois seu custo está incorporado ao preço das mercadorias. Isso geraria ainda mais lucros para os supermercados, além de causar desemprego, uma vez que a indústria de sacolas plásticas gera mais de 30 mil empregos no país, 6 mil no estado de São Paulo e mais de 100 mil empregos indiretos”, enfatizou o vereador Francisco Chagas.

Mesmo com a suspensão da lei, e em total desrespeito à decisão da Justiça, a Prefeitura de São Paulo emitiu uma circular para comerciantes do Mercado Municipal da Penha comunicando que a partir de janeiro eles não poderiam mais distribuir sacolas plásticas em seus estabelecimentos. Para o Vereador Francisco Chagas, essa é uma ação inadmissível e irresponsável da Prefeitura de São Paulo.

“A Prefeitura ainda pode recorrer da decisão no Supremo Tribunal Federal, em Brasília. Mas, de qualquer forma, a lei continua suspensa e os consumidores podem exigir as sacolinhas no comércio de São Paulo”, alertou o Vereador Chagas.

É importante lembrar que as sacolas plásticas são reutilizadas por 87% dos usuários para diversos fins, em especial para acondicionar o lixo. Além de serem mais higiênicas, comparadas às sacolas reutilizáveis, que são foco de contaminação por bactérias, segundo estudos de Universidades da Califórnia, nos Estados Unidos.

 

Enviado pelo servidor Nelson Adelino Pereira da Supervisão Técnica de Manutenção/CPO

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Movimentação


Publicado no DOC 224, página 33

R.F.: 6035698-1 NOME: MARCIA ESPIN OTA

CARGO :ESP.ADM.ORÇAMENTO E FINANÇAS PÚBLICAS

DE SETOR ANTERIOR:SUBPREFEITURA JAÇANÃ/TREMEMBÉ

PARA SETOR ATUAL:SUBPREFEITURA MOOCA,

E.H.:650000000000000

EXPEDIENTE NRO.:298/2011

Categorias:Publicações

ABERTURA DE INSCRIÇÕES PARA O PROCESSO SELETIVO PARA OS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO GRATUITOS E CREDENCIADOS PELO CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO


Especialização em Administração Pública
Carga Horária: 360
Duração: 24 meses
Período: terças e quintas-feiras, das 14 às 17h

Aperfeiçoamento em Controladoria Governamental
Carga horária: 180
Duração: 12 meses
Período: quartas e sextas-feiras, das 9 às 12h

Aperfeiçoamento em Gestão Pública Ambiental
Carga horária: 180
Duração: 12 meses
Período: segundas e quartas-feiras, das 9 às 12h

Aperfeiçoamento em Direito Administrativo
Carga horária: 180
Duração: 12 meses
Período: segundas-feiras e quartas-feiras, das 14 às 17h

Requisito: Nível Superior Completo
Público-alvo: Servidores públicos e Sociedade em Geral
Início do Curso: 1º Semestre de 2012
Inscrição: www.caipimes.com.br
Período de 31 de outubro a 15 de dezembro de 2011

Categorias:Pra você
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